Sábado, 14 de Junho de 2008

Uma pedrada no charco

GANHAR NA SECRETARIA

 

  • Não, não vamos falar do “ apito dourado” ou de qualquer outro caso futebolístico. Falamos sim do referendo irlandês que “ chumbou” o chamado Tratado de Lisboa.

Na altura em que escrevemos o assunto tem sido objecto de vários debates  nas estações televisivas. Assistimos a uns  que se realizaram .na RTP1, SIC, Sicnotícias  e RTPN.

Outros terá havido.

Por exemplo, o doutor Durão Barroso defendeu que o tratado deve continuar..isto não obstante estar escrito no plano jurídico que é necessária a aprovação de todos os países.

A doutora Elsa Ferreira por seu lado disse que era preciso repetir o referendo na Irlanda…como quem diz “ se não vai a bem vai a mal”.

Mas não vimos nenhum jornalista questionar porque é que não se fizeram referendos nos restantes países da União nem porque é que simplesmente se tinha ignorado os anteriores “ não”  em referendos fritos na França e Holanda a versões similares do tratado.

Que os senhores que entendem governar em nosso nome defendam interesses muito particulares, percebe-se. Mas os jornalistas..pelo menos aqueles que se dizem independentes…têm a obrigação de questionar e não simplesmente dizer” ámen” a tudo quanto lhesaparece.

No D.N . de hoje..escreve-se em título;

“ Um milhão anula tratado”.

Sim, mas ao menos foram votantes e não meia dúzia de “ burocratas.iluminados” que pretendem representar o povo sem o connsultar.

 

 

 

sinto-me: O Povo é quem mais ordena
publicado por nuno1 às 16:44
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Segunda-feira, 2 de Junho de 2008

Malandros...

Rego

 
 
> Por que não nacionalizar?
>
> Mário  Crespo, Jornalista
>
> Se o mercado não consegue disciplinar os preços,
> os lucros nem o selvático prendar dos recursos
> empresariais com os vencimentos multimilionários dos
> executivos, então por que não nacionalizar os
> petróleos e tentar outros modelos? Quem proferiu
> este revolucionário comentário foi Maxine Waters,
> Democrata da Califórnia, durante o inquérito
> conduzido pelo Congresso, em Washington, às cinco
> maiores petrolíferas americanas. Face à escalada
> socialmente suicidária dos preços dos combustíveis,
> o órgão legislativo americano convocou os
> presidentes para saber que lucros tinham tido e que
> rendimentos é que pessoalmente cada um deles
> auferia. Os números revelados deixaram os senadores
> da Comissão de Energia e Comércio boquiabertos.
> Desde os 40 mil milhões de dólares de lucro da Exxon
> no ano passado, ao milhão de euros mensais do
> ordenado base do chefe Executivo da Conoco-Phillips,
> às cifras igualmente astronómicas da Chevron, da
> Shell e da BP América. Esta constatação do falhanço
> calamitoso do mecanismo comercial, quando encarada
> no caso português, ainda é mais gritante. Digam o
> que disserem, o que se está a passar aqui nada tem a
> ver com as leis de oferta e procura e tem tudo a ver
> com a ausência de mercado onde esses princípios
> pudessem funcionar.
>
> Se na América há cinco grandes empresas que
ainda
> forçam o mercado a ter preços diferentes, em
> Portugal há uma única que compra, refina, distribui
> e vende. É altura de fazer a pergunta de Maxine
> Waters, traduzindo-a para português corrente
>
> - Se o país nada ganhou com a privatização da
> Galp e se estamos a ser destruídos como nação pela
> desalmada política de preços que a única refinadora
> nacional pratica, porquê insistir neste modelo?
> Enunciemos a mesma pergunta noutros termos
>
> - Quem é que tem vindo sistematicamente a ganhar
> nestes nove anos de privatização da Galp, que
> alienaram um bem que já foi exclusivamente público?
> Os espanhóis da Iberdrola, os italianos da ENI e os
> parceiros da Amorim Energia certamente que sim. O
> consumidor português garantidamente que não. Perdeu
> ontem, perde hoje e vai perder mais amanhã. Mas
> levemos a questão mais longe houve algum ganho de
> eficiência ou produtividade real que se reflectisse
> no bem-estar nacional com esta alienação da
> petrolífera? A resposta é angustiantemente negativa.
> A dívida pública ainda lá está, maior do que nunca,
> e o preço dos combustíveis em Portugal é, de facto,
> o pior da Europa. Nesta fase já não interessa
> questionar se o que estamos a pagar em excesso na
> bomba se deve ao que os executivos da Galp ganham,
> ou se compram mal o petróleo que refinam ou se estão
> a distribuir dividendos a prestamistas que exigem
> aos executivos o seu constante "quinhão de carne" à
> custa do que já falta em casa de muitos portugueses.
> Nesta fase, é um desígnio nacional exigir ao Governo
> que as centenas de milhões de lucros declarados pela
> Galp Energia entrem na formação de preços ao
> consumidor. Se o modelo falhou, por que não
> nacionalizar como sugeriu a congressista Waters?
> Aqui nacionalizar não seria uma atitude ideológica.
>
> Seria, antes, um recurso de sobrevivência,
porque
> é um absurdo viver nesta ilusão de que temos um
> mercado aberto com um único fornecedor. Se o Governo
> de Sócrates insiste agora num purismo incongruente
> para o Serviço Nacional Saúde, correndo com os
> existentes players privados e bloqueando a entrada
> de novos agentes, por que é que mantém este
> anacronismo bizarro na distribuição de um bem que é
> tão essencial como o pão ou a água? Como alguém já
> disse, o melhor negócio do Mundo é uma petrolífera
> bem gerida, o segundo melhor é uma petrolífera mal
> gerida. Na verdade, o negócio dos petróleos em
> Portugal, pelas cotações, continua a ser bom. Só que
> o país está exangue. Há fome em Portugal e vai haver
> mais. O negócio, esse, vai de vento em popa para o
> Conselho de Administração da Galp, para os
> accionistas, para Hugo Chávez e José Eduardo dos
> Santos. Mas para mais ninguém. A maioria de nós vive
> demasiado longe da fronteira espanhola para se poder
> ir lá abastecer.
>
> Mário Crespo escreve no JN, semanalmente, às
> segundas-feiras
>
>
>
> Este artigo dá-nos mais força para  fazermos o
> boicote a GALP!
>
publicado por nuno1 às 19:39
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Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

A importancia dos bologs

 

BLOGS E S.M.S.
 
·       Durante um dos seus noticiários a SIC dedicou um largo espaço aos chamados blogs que se publicam na Internet.
E foi curioso ver como certos senhores que nas suas crónicas habituais insultam tudo e todos se insurgiram contra os blogs, argumentando que muitos deles se servem do anonimato para insultar outrem.
Sem excluir casos de abusos, que os há em toda a parte, não podemos deixar de considerar que os blogs são um fenómeno novo e que através deles muitos cidadãos conseguem transmitir ideias que, por muito válidas que o fossem, não teriam possibilidade de ser publicados nos grandes meios da comunicação social.
Na verdade esses grandes meios, desde as Tvs à imprensa cor de rosa, passando por muita da dita “imprensa de referência” obedecem a interesses de ordem puramente comercial ou pior ainda aos interesses políticos de grandes grupos económicos.
Os blogs , cujo controle tem por enquanto escapado a esses senhores são talvez a ultima forma que um cidadão comum tem de fazer ouvir a sua voz.
Por isso eles se multiplicam incomodando muita gente.
Quem diz blogs diz S.M.S…uma forma nova de rapidamente as pessoas se comunicarem umas com as outras e que ainda recentemente deu resultados espectaculares no bloqueio às bombas de gasolina, como já há uns anos tinha dado nas eleições espanholas onde as mentiras do governo de então foram desmascaradas.
sinto-me:
publicado por nuno1 às 19:42
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Sábado, 24 de Maio de 2008

Qual dos dois é mais sério?

Primeiro-ministro José Sócrates num momento de alucinação dirigindo-se a Francisco Louçã disse: " Você não tem idade nem curriculum ...".
 

  

Comparar o currículo de Sócrates a Louça, é o mesmo que dizer que o vinho a martelo é superior a uma Cartuxa Reserva 2002 Tinto.
 

 

Por isso, independentemente das suas ideias políticas, aqui vai com a devida vénia:

 
Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário! Eu fui à Internet verificar o curriculum e não resisto a publicar:

Actividade política:

*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956. Participou na luta contra a Ditadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda. Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005. É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de liberdades, direitos e garantias. Foi candidato presidencial em 2006.

Actividades académicas:

 Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para os melhores alunos do país), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o melhor aluno de economia), onde ainda fez o mestrado (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o doutoramento em 1996.

Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para Professor Associado, ainda por unanimidade do júri. É professor no ISEG (Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).

Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; "referee" para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.).

 Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha.

 Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).

Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica em Pequim, foi desconvidado por pressão directa do governo chinês alegando razões políticas.

Terminou em Agosto um livro sobre "The Years of High Econometrics" que será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.

Obras publicadas:

Ensaios políticos

Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)

Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)

A Maldição de Midas A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)

A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)

A Globalização Armada As Aventuras de George W. Bush na Babilónia, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)

Ensaio Geral Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando Rosas (Edições D. Quixote, 2004)

Livros de Economia

Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997), traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)

The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes

Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)

Is Economics an Evolutionary Science?, com Mark Perlman, Universidade de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)

Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)

Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano, S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)

As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises no Capitalismo Global - Das revoluções industriais à revolução da informação, edições Afrontamento, 2004) e chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)

 

 

* Fonte Wikipédia

Sobre sócrates, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades. Que assinava como Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos assinou uns projectos de habitação caricatos. Que a sua actividade política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como deputado e como governante. Do seu curriculum sabe-se ainda (embora ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio de uma empresa de venda de combustíveis.

Quanto a curriculuns estamos conversados!

--------------------

Quanto à idade devem ter diferença de meses...

-------------------- 



--
Francisco Prates

 

 

publicado por nuno1 às 17:55
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Sábado, 10 de Maio de 2008

Por acaso hoje leu o Diário de Notícias?

Senhor Provedor do D.N.:
 
Uma pergunta muito simples:
 Concorda com os títulos do D.N. de hoje, sábado 10..a seguir indicados:
 
Primeira página:
" Navios para Chávez construídos em Viana"
Página 42
" Estaleiros deViana fazem navios para Hugo Chávez."
 
Como Chávez é o presidente eleito da Venezuela...ponhamos o problema ao contrário
 
" Petróleo venezuelano para Cavaco"...ou em alternativa
" Petróleo venezuelano para Sócrates.
 
 
Concorda? Gostava de saber a sua opinião
 
publicado por nuno1 às 20:34
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Uma atitude

Subject: Fw.Agrupamento de Azeitão: CE demite-se [ler carta]

 
ISTO é o que deviam ter feito os Conselhos Executivos TODOS em 2005, quando a ministra os chamou para meter as aulas de substituição nas escolas a 'martelo'.

Nada do que se passou a partir daí, alguma vez teria acontecido!

Quem se candidatou à gestão duma escola num determinado quadro legislativo não pode ver alterarem-se as 'regras do jogo', que obviamente colidem com o minimamente aceitável, sem tomar qualquer (o)posição a não ser a de correr o risco de serem considerados correias de transmissão das intenções do ministério.

Não parece que tenha sido para isso que a esmagadora maioria dos professores os elegeu.

Ao contrário já é crível que a ministra e acólitos sabiam muito bem com quem estavam a lidar. (manipular)

Não é estranho que ao longo de todo este processo se contem pelos dedos de uma mão os casos como este?????




Pedido de demissão entregue ao Presidente da Assembleia do Agrupamento Vertical de Escolas de Azeitão

Vai para três anos que, culminando um processo
democrático amplamente participado, tomou posse este
Conselho Executivo.
Assumimos, então, o compromisso de 'cumprir com
lealdade' as funções que nos eram confiadas, funções
que decorriam de um quadro legislativo bem diverso do
actual.
Neste exercício, democratizámos as relações
inter-pares, gerámos expectativas e esperanças,
fomentámos a iniciativa e a criatividade, quisemos
aprofundar a
relação pedagógica, libertando os professores de
tarefas menores, para benefício dos alunos.
Respeitando as pessoas e dignificando a Escola.
Porém, as regras mudaram a meio do jogo. É agora bem
diferente enquadramento legal que regula a nossa
acção.
Uma incontinência legislativa inexplicável minou e
desvirtuou os compromissos que assumíramos: não nos
propusemos asfixiar os professores em tarefas
burocráticas sem sentido, alheias ao objecto da sua
missão; não nos propusemos fragilizar o estatuto dos
profissionais da educação; não nos propusemos
submergir os docentes em relatórios, planos,
projectos, registos, sem que daí resultassem vantagens
ou benefícios para os alunos; nem nos propusemos
liquidar o espaço de participação democrática na
escola.
Com a actual publicação do Dec. Lei nº 75/2008
suprime-se tudo o que de
dinâmico, criativo e participado existia na gestão das
escolas.
A opção por um órgão unipessoal - o director, a sua
selecção num colégio eleitoral restrito, as nomeações
dos responsáveis pelos cargos de gestão intermédia
pelo director, são medidas que não têm em conta os
princípios de uma gestão assente na separação de
poderes entre os vários órgãos. Este diploma potencia
riscos de autocracia e não reconhece o primado da
pedagogia e do científico face ao administrativo.
Encerra uma lógica economicista e empresarial adversa
à verdadeira missão da escola.
Não valoriza nem reconhece a diversidade de opiniões e
a consequente construção de consensos como motores
privilegiados da mudança e da promoção de uma escola
de qualidade.
Não permite que a instituição escolar se constitua
como um espaço privilegiado de experiências de
cidadania.
Em suma, passados 34 anos sobre o 25 de Abril, o
modelo democrático de gestão chegou ao fim.
E aos órgãos democraticamente eleitos, convertidos em
comissão liquidatária, é 'encomendada' a tarefa de,
negando a sua própria
natureza, abrirem caminho a um ciclo de autoridade não
sufragada, de centralismo, e até de
governamentalização da vida das escolas.
Por considerar que o novo modelo de gestão atenta
contra valores e princípios que sempre defendi, e por
não querer associar-me à sua implementação, eu, Maria
Leonor Caldeira Duarte, apresento o pedido de
demissão do cargo de Vice-presidente do Conselho
Executivo do Agrupamento Vertical de Escolas de
Azeitão.

Com os melhores cumprimentos
Azeitão, 28 de Abril de 2008
> Maria Leonor Duarte



 

 

 



 


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sinto-me:
publicado por nuno1 às 20:28
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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Como nos enganaram

Começou oficialmente a campanha eleitoral dos professores contra o PS, com o slogan:

'VOTA à DIREITA ou à ESQUERDA! NÃO VOTES é no PS!'

 
A DERROTA DAS MAIORIAS
O governo governa com a maioria e não com as manifestações da Rua, diz o Sr. Primeiro-ministro. É verdade, se o PS não tivesse a maioria, o Governo nunca teria tido a coragem de insultar os professores, nem de aprovar o novo estatuto da carreira docente, que é um insulto a quem presta tão nobre serviço à Nação. Já foi votada no Parlamente por três vezes a suspensão do novo estatuto da carreira docente e das três o PS votou contra suspensão.

 
Colegas, chegou o momento de ajustar contas com o PS. Se este partido tivesse menos de 1% dos votos expressos nas últimas eleições, não teria a maioria e nunca teria tido a coragem de promover esta enorme afronta aos professores. Somos 150.000 o equivalente a 3% dos votos nacionais expressos. Se nas próximas eleições, que são dentro de um ano, todos os professores votarem em massa em todos os partidos excepto no PS, este partido nunca mais volta a ter a maioria e será a oportunidade soberana de devolver ao Sr. Sócrates as amêndoas amargas que ofereceu aos professores.
 
Colegas, quem foi capaz de ir do Minho, Trás-os-Montes, Algarve, Madeira e Açores a Lisboa, também consegue nas próximas legislativas dirigir-se à sua assembleia de voto, e votar a derrota do PS.
 
Em Portugal há partidos para todos os gostos, quer à direita quer à esquerda do PS, é só escolher, maiorias nunca mais.

Os professores para além de terem a capacidade de retirar a maioria ao PS têm também a capacidade de o derrotar, basta para isso que os professores convençam metade dos maridos ou mulheres, metade dos seus filhos maiores, metade dos seus pais e um vizinho a não votar PS, e já são mais de 500.000, foram os votos que o PS teve a mais que a oposição.

 
Os professores estão pela primeira vez unidos, esta união tem de ser para continuar, e têm agora uma ferramenta poderosa ao seu alcance, a Internet, que nos põe em contacto permanente uns com os outros.

Senão vejamos (progressão geométrica de razão 5):

esta mensagem vai ser enviada a 5 colegas;
se cada um destes colegas enviar a outros cinco, já somos 25;
se estes enviarem a mais cinco já somos 125;
se estes enviarem a mais cinco já somos 625;
se estes enviarem a mais cinco já somos 3.125;
se estes enviarem a mais cinco já somos 15.625;
se estes enviarem a mais cinco já somos 78.125;
se estes enviarem a mais cinco já somos 390.625;
isto é, o dobro dos professores que temos em Portugal.
À sétima vez que esta mensagem for reenviada todos os colegas ficarão a saber a informação e FORÇA que ela contém.
Ramiro Marques
 

 

--
Margarida
sinto-me:
publicado por nuno1 às 22:24
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Sábado, 3 de Maio de 2008

Eles falam..falam...

 CARLOS DOMINGOS
     SOARES DA COSTA
          NIF: 144750180
            TOC 16189
 
     Exmos. Srs.,
 
     Na Página Inicial das DECLARAÇÕES ELECTRÓNICAS, na caixa encimada pelo título NOTÍCIAS, 
figura a seguinte:
                         «Já se encontra disponível a consulta a veículos (Automóveis. Motociclos, Embarcações                      de Recreio e Aeronaves».
 
     Confiante na informação prestada,  percorri o caminho:
  
               Serviços on-line > Contribuintes > Consultar > Veículos > Automóveis
 
e a resposta foi a seguinte:
 
                     Serviço não se encontra disponível!
 
Então em que ficamos?
                    1ª hipótese:    Já se encontra disponível... etc.
                    2^hipótese:     ...não se encontra disponível!
 
Parece que a 2ª hipótese é a verdadeira. Mas então por que raio vêm dar uma informação que, afinal, se verifica ser falsa?
Pode haver uma explicação, mas eu só descortino uma: muitos mexem, mas falta um coordenador que permanentemente mantenha as DECLARAÇÕES ELECTRÓNICAS fiáveis. Depararam-se-me já casos em que contribuintes houve que pagaram integralmente as suas dívidas ao Estado e continuam, meses depois, a figurar aí como devedores e até com ameaças de penhora.
 
As DECLARAÇÕES ELECTRÓNICAS são um instrumento muito útil e, até, já indispensável, pelo que não pode ser deixado por muito tempo ao Deus dará.
 
Fazendo votos para que V.Exas. façam chegar este meu reparo a quem tenha poder de mandar resolver a situação, subscrevo-me entretanto
                 com os meus melhores cumprimentos
 
                            Carlos Domingos
               
sinto-me:
publicado por nuno1 às 17:41
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Terça-feira, 29 de Abril de 2008

A Maezinha deles nao teve culpa

os Barreirenses se indignarem....estamos nesse direito!!!!!!!

Médicos Espanhóis (Barreiro): venham mais... !!!!

 

TOCA A PASSAR AOS AMIGOS  -  DIVULGUEM !!!

 

Já entenderam bem, porque é que existem listas de espera?

 

Em 6 dias um médico espanhol operou tanto como 5 !!! médicos num ano e por metade do preço cobrado na privada.

Em seis dias, um oftalmologista espanhol realizou 234 cirurgias a doentes com cataratas no Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, num processo que está a " indignar " a Ordem dos Médicos.

Os preços praticados são altamente concorrenciais, tendo sido esta a solução encontrada pelo hospital para combater a lista de espera. O paciente mais antigo já aguardava desde Janeiro de 2007, tendo ultrapassado o prazo limite de espera de uma cirurgia.

No ano passado chegaram a existir 616 novas propostas cirúrgicas em espera naquela unidade de saúde.

Os sete especialistas do serviço realizaram apenas 359 operações em 2007 (cerca de 50 por médico num ano).

No final do ano passado, a lista de espera era de 384 e foi entretanto reduzida a 50, com a intervenção do médico espanhol.

 

A passagem pelo Barreiro durante o mês de Março - onde garante regressar nos próximos dois anos, embora o hospital não confirme - foi a segunda experiência em Portugal do oftalmologista José Antonio Lillo Bravo, detentor de duas clínicas na Extremadura espanhola - em Dom Benito (Badajoz) e Mérida.

Entre 2000 e 2003 já havia realizado 1500 operações no Hospital de Santa Luzia, em Elvas, indiferente às "críticas" de que diz ter sido alvo dos colegas portugueses. " Eu percebo a preocupação deles e sei porque há listas de espera tão grandes em Portugal.  É que por cada operação no privado cobram cerca de dois mil euros " ,  diz ao Diário de Notícias o oftalmologista espanhol, inscrito na Ordem dos Médicos portuguesa, que cobrou 900 euros por cada operação realizada no Barreiro.

 

As 234 cirurgias realizadas no Barreiro, por um total de 210 mil euros, foi o limite possível sem haver necessidade de abrir concurso público internacional, sendo que o médico fez deslocar a sua equipa e ainda o microscópio e o facoemulsificador.

O hospital disponibilizou somente um enfermeiro para prestar apoio.

 

 

TENHAM VEGONHA, SENHORES "DÓTORES",

GOVERNANTES E POLÍTICOS DA NOSSA PRAÇA !!!

 

 

 

 

publicado por nuno1 às 18:06
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Sábado, 26 de Abril de 2008

Entre um e outro...

DO P.S. já temos conversado...um governo que nada mais tem feito excepto infernizar a vida dos portuguese.
E será que podemos esperar algo do P.S.D.?
É evidenteque não..a luta fraticida pelo poder entre várias personaliodaes...grupinhos..barões e grupelhos..nada pode augurar de bom.
O Durão em devido tempo pisgou-se paraa Europa( para fazer a vontade aos grandes grupos económicos), o Santana foi a desgraça que todos sabemos...a Manuela ferreira Leite( quem não se lembra dela e docélebre caso dos hemofílicos) , o Marcelo sabe dar bocas"..etc...etc.
E todos querem o tacho, inclusive o tal Jardim que classificou de loucos os deputados da oposição na Madeira...quem será o louco?( basta ver as suas figuras na TV)
Isso tudo pouco importaria se não estivesse em causa o nosso futuro.
E, realmente se temos de escolher entre P.S e P.S.D. com as suas políticas e as suas incapacidades...então estamos todos " fritos" ...

sinto-me:
publicado por nuno1 às 19:39
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